Entenda como a Covid-19 afetou economia

O Coronavírus foi descoberto em dezembro de 2019 na China e desde então tornou-se pauta em debates por todo mundo. Os impactos da doença podem ser sentidos em todos os setores da sociedade, sobretudo na economia. Quer entender de que forma isso acontece? é só continuar lendo o texto.

Covid-19 e a economia:

Atualmente vivenciamos uma crise na demanda por produtos e serviços. Com a população diminuindo drasticamente seu consumo, setores da economia estão extremamente prejudicados, a exemplo da categoria de viagens e turismo.

Créditos: Poder 360

Em termos gerais, a economia brasileira entrou em um processo contrário a inflação, denominado deflação: queda generalizada dos preços. Quando se tem menos pessoas para comprar produtos, existe, consequentemente, uma queda na precificação das mercadorias.

Apesar de muitas pessoas enxergarem o processo de barateamento nos custos como positivo, o motivo pelo qual ele acontece é negativo: significa a falta de poder de compra da população.

Muitos esforços estão sendo feitos para minimizar os grandes danos ocasionados pela doença, pode-se citar, inclusive, o papel que a iniciativa privada desempenhou nessa posição.Os bancos, por exemplo, tiveram um espaço importante no início desse processo ao viabilizarem medidas como a diminuição das taxas de juros.

Isso foi importante pois o dinheiro se tornou mais barato, isto é, mais pessoas conseguiram tomar empréstimos para tentar reestruturar seus negócios.

Entretanto, esse conjunto de medidas é perigoso, pois pode ocasionar uma crise inflacionária.

Em dado momento, para equilibrar as contas, o governo pode recorrer a três alternativas:

  1. Impressão de dinheiro: que não é o melhor caminho, visto que aumentaria a inflação;
  2. Aumento de impostos: uma opção que desestimularia a capacidade de produção no país, assim como os investimentos;
  3.  Requisição de empréstimos.

Mundo pós-corona: novo normal?

A disseminação de conteúdo de qualidade nos meios digitais foi algo muito benéfico, provavelmente essa tendência vai se estender, sobretudo no tocante a aulas, palestras e cursos. Um modelo híbrido de trabalho e educação, que mescle o digital e o presencial certamente fará parte deste novo mundo.

Diante disso, é impossível não citar o avanço do processo de digitalização da população. Dezenas de processos que iriam demorar anos para acontecer, realizaram-se em semanas; a tecnologia está possibilitando novas formas de vender, comprar, socializar e aprender para pessoas que antes tinham pouca ou nenhuma familiaridade com esse universo.

Economicamente, os desafios existirão em altos percentuais como mostram as pesquisas. Será uma época em que a adaptação vai ser uma habilidade muito importante e necessária, principalmente para empreendedores — agregar valor e inovar nos produtos e nos serviços para diferenciá-los dentro do mercado fará diferença.

Todavia, como aponta Pablo Di Si, CEO da Volkswagen, o mundo antes da pandemia não existe mais, assim é difícil prever cenários de um futuro distante. O que é certo é que estimular a volta da economia demandará políticas públicas de ajuda que precisam ser bem pensadas para que o país não adentre em uma nova crise: desta vez de natureza fiscal.

Uma coisa é certa: tudo passa. Nenhuma crise na história da humanidade durou para sempre. Em algum momento, iremos superar, e sairemos de tudo isso mais fortes e resilientes.

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Por: Nathália Morais

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